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9 de abril de 2014

Bodas de Diamante



Na manhã do dia 15 de março de 1954 (uma segunda feira), Marcus, apaixonado e enamorado, disse sim a Yvonne que, apaixonada e enamorada, disse sim ao Marcus e assim o meu nome e o nome dos meus irmãos puderam ser inscritos no livro da vida.
Obrigado!
Há muito o que comemorar.
Quanta alegria e felicidade se sobressaem em meio às dificuldades, contrariedades e tristezas que a vida lhes trouxe nestes 60 anos, forjando um amor pleno.
O amor de 1954 chegou a 2014 cheio de razão, selado e amadurecido pela fé, esperança e sobretudo pela caridade.
Amor cheio de razão, pois amar é mais do que paixão, é decisão.
Decisão livre de entregar o único e verdadeiro bem que possuímos: a liberdade e assim tornar-se prisioneiro do outro.
Esse é um amor que se realiza no eterno.

Luiz

13 de fevereiro de 2013

Desafios do Sim

Algumas vezes é fácil responder sim, como quando nos perguntam se queremos trocar o trabalho por um dia na praia; quando fazemos algo por alguém que temos certeza que nos elogiará; quando nos oferecem chocolate (sabendo que gostamos muito de ganhar chocolate); quando sentimos uma sensação de que seremos felizes para sempre.

Outras vezes não é tão fácil dizer que sim, como quando nos oferecem algo para comer de que não gostamos; quando temos que limpar a sujeira que não fizemos; quando temos que acordar a cada dia para trabalhar num lugar que detestamos; quando deixamos nossa opinião de lado e aceitamos a do outro.


Na vida o nosso sim é requisitado em diversas circunstâncias entre alegrias e pesares.
Muitas vezes, no enrolar do cotidiano, nos esquecemos de que o amor brota do equilíbrio entre o “sim” para si e o “sim” para os outros.

Acho importante não perder de vista o fato de que não nos sentiremos felizes para sempre depois de dizer um sim. Isso porque o equilíbrio do “sim” é um desafio constante que requer de nós mais que um pronunciamento momentâneo. Requer uma decisão diária de viver o amor. Dessa decisão encontramos força para dizer que sim mesmo às circunstâncias em que nos sentimos momentaneamente engolindo um remédio muito ruim, mas que nos cura de uma doença muito pior (esse mal de se achar o centro do mundo).

Por Alice